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CRIAÇÃO DE LOJAS VIRTUAIS NA INTERNET

CRIAÇÃO DE LOJAS VIRTUAIS NA INTERNET

DICAS PARA QUE SUA LOJA VIRTUAL NÃO FRACASSE

São Paulo, 13/01/2012 (Revisada em 06/04/2021)

Referências: Sites Comerciais e de Prestação de Serviços - Planejamento e Desenvolvimento. NBC-TG-04 - Ativo Intangível - Custo com Sítio para Internet (Website Costs). O que os empresários precisam e devem saber, Contabilidade Gerencial, Contabilidade Financeira, Contabilidade de Custos, “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de tráfego. Logística, Planejamento Logístico. Aquisição (compra), armazenamento, transporte, venda de produtos ou mercadorias, distribuição e entrega ao consumidor.

1. INTRODUÇÃO

Pelos redatores dos site Tecnologia.br.msn.com, publicado em 04/01/2012. Artigo de Arnaldo Korn, diretor presidente do portal Pagamento Já. Aqui o texto original em caracteres ITÁLICOS foi editado para colocação de comentários e anotações por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do site do COSIFE que estão em caracteres normais e também colocou negritos em frases ou palavras. O artigo em questão foi inicialmente apresentado pelo redator do caderno sobre tecnologia do site MSN.COM. Eis o que escreveu;

MANCHETE: Especialista mostra como ter sucesso no negócio online apontando os principais erros de quem abre uma loja virtual.

O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das PEQUENAS lojas virtuais fechavam antes de completar um ano de vida.

O diretor presidente do portal "Pagamento Já" explica que conhecer os motivos principais que levam a decadência é o primeiro passo para aumentar as chances de sucesso.

2. AS GRANDE EMPRESAS COMO INTERMEDIADORAS DAS VENDAS DE PEQUENAS E MÉDIAS

Do exposto é possível notar que se trata de matéria publicitária (merchandising). Isto é, o diretor presidente do portal "Pagamento Já" está tentando propagar a sua empresa que tem a finalidade de intermediar o pagamento e o recebimento entre vendedores e compradores quando o comprador utiliza como forma de pagamento um cartão de crédito. Na segunda metade da década de 2010 era possível observar que grandes empresas, que gastam rios de dinheiro com propaganda nas emissoras de televisão, passaram a representar muitas empresas de pequeno e médio portes.

É importante alertar aos usuários do COSIFE que todo negócio, seja ele virtual ou não, sempre vem acompanhado de larga margem do risco de não dar certo. Obviamente, o negócio não prospera em razão do chamado de Risco de Mercado. Portanto, o aventureirismo da grande maioria dos empreendedores é a razão da estagnação de seus negócios justamente por falta de conhecimento prático ou em nível técnico-científico das transações ou dos negócios que pretendem realizar.

Assim sendo, significativa parcela das empresas de pequeno porte chegam à falência antes de completados dois anos de atividade. Porém, o risco do empreendimento ou do investimento não gerar lucro acontece em quaisquer tipos de operações financeiras, incluindo-se nesse grupo as operações de compra e venda de produtos ou mercadorias.

Portanto, se o pequeno empresário tem algo que possa ser vendido no Brasil inteiro (e até no exterior), obviamente ele deve procurar uma empresa que já tenha a infra-estrutura que alcance todo o território que se deseja explorar.

3. OS RISCOS INERENTES A TODOS OS EMPREENDIMENTOS EMPRESARIAIS

Como exemplo dos riscos existentes nos investimentos podemos citar o que tem acontecido com os bancos, não só no Brasil como também e principalmente no exterior. Se determinado investidor comprar títulos emitidos por um banco, mesmo que ele esteja atuando por longos anos, esse banco pode ser considerado  insolvente (falido) pelo Banco Central de seu país. Assim sendo, se for decretada a liquidação extrajudicial daquele banco (como aconteceu no Brasil em várias ocasiões), o investidor poderá perder todo ou quase todo o investimento efetuado.

O mesmo pode acontecer com os investimentos efetuados nas bolsas de valores. Se a empresa que emitiu as ações estiver falida, fatalmente o investidor perderá o seu investimento.

4. AS GRANDES EMPRESAS COMO AGENTES FIDUCIÁRIAS DE PEQUENAS EMPRESAS

As explicações acima foram feitas porque semelhante perda pode ocorrer com o comprador de mercadorias pela internet. A loja virtual que está vendendo o produto pode estar falida ou simplesmente pode não existir (não ter sede fixa, não ter inscrição no CNPJ - Cadastro de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda). Portanto, o comprador pode ser vítima de um empresário inescrupuloso ou de um estelionatário.

Existe um velho ditado: "Quando a esmola é muita, o santo desconfia". Portanto, ofertas tentadoras podem resultar na perda do pagamento efetuado.

Então, torna-se importante o conhecimento de alguns termos ligados à confiança, segurança que nos negócios podem ser resumidas como FIDÚCIA. Dessa palavra deriva o citado AGENTE FIDUCIÁRIO ou Agente Fiducial.. Portanto, o Agente Fiduciário é aquele em que se possa confiar.

Assim, nos casos de rateio de heranças, o agente fiduciário deve ser pessoa física ou jurídica nomeada por um juiz.

Por sua vez, no sistema financeiro brasileiro, para guarda (custódia), registro e liquidação de títulos e valores mobiliários existem os Sistemas de Registro e Liquidação assim como as Centrais Depositárias, que funcionam como uma espécie de Agentes Fiduciários fiscalizados por órgãos governamentais.

No caso das operações comerciais, grandes e tradicionais empresas brasileiras (e estrangeiras) têm assumido essa função de Agentes Fiduciários entre compradores e vendedores.

Assim, quando o pagamento é feito a um intermediário (agente fiduciário), este, em tese, está garantindo que efetuará o pagamento àquela empresa ou pessoa vendedora somente quando o comprador confirmar o recebimento dos produtos comprados. Esta seria uma forma de garantir o recebimento da mercadoria pelo comprador.

5. OBSERVAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DE MULTINACIONAIS DE PARAÍSOS FISCAIS

É importante observar que muitas empresas estrangeiras estão fazendo esse mesmo tipo de intermediação entre compradores e vendedores. Mas, elas estão sediadas em paraísos fiscais.

Assim sendo, elas são constituídas com o intuito de sonegação fiscal, razão pela qual muitos países filiados à ONU - Organização das Nações Unidas estão engendrando formas de tributá-las.

A máxima experiência nos levam a afirmar que, dessa forma como estão constituídas, torna-se impossível tributá-las. Portanto, a melhor opção para todos os países seria o confisco de seus investimentos, transformando-as em empresas estatais ou de economia mista.

Veja o texto: Paraísos Fiscais Causam a Falência do Sistema Tributário Mundial

6. QUEM GARANTE A ATUAÇÃO DOS AGENTES FIDUCIÁRIOS?

Veja o texto: Ilhas Cayman Querem Ser Agentes Fiduciários Internacionais - Investidores dos fundos de Hedge Foram os Mais Roubados

Eis a questão: Quem garante que as empresas intermediárias (entre o comprador e o vendedor) efetuará o pagamento? E se ela também estiver falida? E se ela for uma empresa fantasma constituída num Paraíso Fiscal?

Portanto, é preciso saber quais são as garantias apresentadas (por essas empresas intermediárias) tanto aos compradores como aos vendedores.

Nas compras efetuadas com o cartão de crédito, o comprador tem a possibilidade de cancelar o débito efetuado, cancelando, assim, a operação feita através do cartão de crédito se o produto não for entregue no prazo estipulado. Mas, antes, o comprador deve cancelar o pedido efetuado no site da empresa vendedora ou da intermediária.

7. OITO MOTIVOS PARA O FRACASSO DAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS

  1. FALTA DE PAGAMENTO
  2. FOCO NO MERCADO
  3. FALTA DE MÃO DE OBRA QUALIFICADA
  4. FALHA NA DIVULGAÇÃO
  5. FALTA DE PLANEJAMENTO LOGÍSTICO
  6. FRAUDE
  7. FALTA DE MONITORAMENTO
  8. FALHA DE ATENDIMENTO

Continuando suas explicações, o redator do MSN.COM escreveu:

A seguir, confira os oito motivos apontados pelo [referido] executivo [diretor presidente do portal "Pagamento Já"] e aprenda por que isso [o fracasso] acontece e como evitar [que a empresa chegue rapidamente à falência, com o encerramento de suas atividades por estar amargando prejuízos].

7.1. FALTA DE PAGAMENTO

Conforme tem escrito o coordenador deste COSIFE, especialmente no texto intitulado O Que os Empresários Precisam e Devem Saber, o diretor presidente do portal "Pagamento Já", escreveu:

Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE [entidade privada vendedora de serviços] apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos três primeiros anos de vida.

Sob esse tema veja também o texto intitulado: A Incompetência de Chefes e Patrões Desmotiva o Trabalhador Qualificado. O empresário inescrupuloso geralmente usa sua empresa como uma mesa de pôquer em que as apostas e os blefes são as principais causas de grandes lucros ou de grandes prejuízos.

É impossível almejar [e conseguir] o sucesso sem o [mínimo e necessário] planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o “plano de negócio”, o pontapé inicial que deve ser dado [quando o pretenso empreendedor ou empresário deverá responder] as seguintes questões:

  1. O que vou vender?
  2. Quem vai montar minha loja?
  3. Quem é o meu concorrente?
  4. Quanto gastarei para iniciar o negócio?

Antes da constituição da empresa, e até mesmo quando o empreendedor deseje operar como pessoas física, é preciso a feitura de um Orçamento Pré-operacional. A sua forma de elaboração está no site do COSIFe em Contabilidade Gerencial - Previsão Orçamentária - e também em Contabilidade de Custos. Veja ainda Contabilidade Financeira e Origem dos Recursos Financeiros das Empresas.

O CFC - Conselho Federal de Contabilidade expediu as normas que tratam dos investimentos contabilizados no grupamento contábil do INTANGÍVEL. Na NBC-TG-04 - ATIVO INTANGÍVEL e em sua Parte 6 é citado o Custo com Sítio para Internet (Website Costs). Os investimentos em Ativos Intangíveis são aqueles que de fato existem, porém, não são palpáveis (neles não se pode pegar).

7.2. FOCO NO MERCADO

Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter “foco” [FOCO, no sentido figurativo, é aquilo em que alguém concentra sua atenção ou aquilo que busca alcançar - (Dicionário Aurélio)].

7.3. FALTA DE MÃO DE OBRA QUALIFICADA

Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de tráfego. Estes três itens são básicos e essenciais.

Definições:

  1. e-commerce - comércio de produtos ou de serviços por intermédio de loja virtual na internet.
  2. Loja Virtual - Aquela estabelecida em qualquer parte do Brasil ou no exterior, que efetua suas vendas através de seu site na internet.
  3. Marketing Digital - é o conjunto de ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet, da telefonia celular e de outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos. O Marketing digital engloba a prática de promover produtos ou serviços através da utilização de canais de distribuição eletrônicos para chegar aos consumidores rapidamente, de forma relevante, personalizada e com mais eficiência (Fonte: Wikipédia)
  4. Ferramentas de Otimização - Sites de Pesquisa: Google Adsense; Sites de Relacionamento: Twitter, Facebook, entre outros.
  5. Monitoramento de Tráfego (de Rede) - Existem programas específicos para o monitoramento do tráfego em redes para evitar a lentidão quando é efetuado o indevido (não permitido) uso da rede que prejudicará o seu objetivo principal.

7.4. FALHA NA DIVULGAÇÃO

Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.

Nas lojas físicas encontradas em shopping centers e nas ruas em que é permitido o comércio, os principais veículos de divulgação são o letreiro e a vitrine. Como veículo de divulgação acessório podem ser distribuídos prospectos na região em que se encontra a loja física e também podem ser feitos anúncios em jornais e revistas distribuídas gratuitamente nas residências daquela região em que está estabelecida a empresa e nas regiões vizinhas. Assim sendo, os produtos ou mercadorias serão vendidos para a população daquela mesma região. Mesmo assim, algumas dessas empresas aceitam pedidos efetuados diretamente em seu site na internet.

Nas lojas virtuais "ancoradas" na internet (onde é possível "navegar"), o público alvo não é somente aquele da região onde está a sede física da empresa. Assim sendo, a quantidade de clientes ou fregueses pode ser muito maior que os duma loja física de rua comercial ou de shopping center. Entretanto, esses clientes ou fregueses não são conseguidos em pouco espaço de tempo sem propaganda.

O site do COSIFe, por exemplo, conseguiu os seus mais de 10 mil visitantes diários sem ter feito propaganda. A divulgação do site foi feita pelos próprios internautas que ficaram satisfeitos com o conteúdo encontrado. Portanto, não basta ter um site bonitinho, nem gastar rios de dinheiro em propaganda; o site precisa ter conteúdo para que seja bastante visitado. O conteúdo deve ser de interesse geral ou de terminado segmento operacional, profissional  ou de pessoas (classe social).

Os sites de BUSCA também foram importantes nessa divulgação, principalmente depois que surgiu o GOOGLE invasor. Os sites de BUSCA anteriormente existentes não eram invasores em busca de conteúdos do interesse dos internautas, apenas publicavam aqueles sites que se inscrevessem; funcionavam como as aquelas listas telefônicas conhecidas como "Páginas Amarelas".

7.5. FALTA DE PLANEJAMENTO LOGÍSTICO

Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de logística.

Segundo o Dicionário Aurélio Eletrônico (versão 7), a Logística (ou o "Planejamento Logístico") é ciência antiga da qual se houve falar rotineiramente neste Século XXI. Antigamente a palavra logística era a denominação dada pelos gregos à parte da aritmética e da álgebra concernente às quatro operações. Em Filosofia, a Logística seria o conjunto de sistemas de algoritmos aplicado à lógica.

Algoritmos (em matemática) é o processo de cálculo, ou de resolução de um grupo de problemas semelhantes, em que se estipulam, com generalidade e sem restrições, regras formais para a obtenção do resultado, ou da solução do problema. Em informática, Algoritmo é o conjunto de regras e operações bem definidas e ordenadas, destinadas à solução de um problema, ou de uma classe de problemas, em um número finito de etapas.

Nas guerras imperialistas que existem desde a antiguidade sempre foi importante, e ainda é, a logística de abastecimento das tropas que se encontram em luta no "front" (no território inimigo = na frente de batalha).

Diante dessas definições, chegou à definição atual para LOGÍSTICA ou Planejamento Logístico, que se refere à parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de:

  1. ASPECTOS OPERACIONAIS E ADMINISTRATIVOS - projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material (para fins operativos ou administrativos)
  2. CONTRATAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS - recrutamento, incorporação, instrução e adestramento, designação, transporte, bem-estar, evacuação, hospitalização e desligamento de pessoal
  3. CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BENS E INSTALAÇÕES - aquisição ou construção, reparação, manutenção e operação de instalações e acessórios destinados a ajudar o desempenho de qualquer função militar
  4. ASPECTOS JURÍDICOS E OPERACIONAIS - contrato ou prestação de serviços.

A Logística também pode ser definida como o conjunto de planejamentos e meios necessários para a realização:

  1. de um serviço
  2. de uma obra
  3. de uma operação de venda de produtos ou mercadorias
  4. de abastecimento de batalhões militares que estejam designados para a guerra

Assim sendo, em suma a logística ou o planejamento logístico é o ato em que se estabelece rotinas para:

  1. Produção de bens para venda
  2. Compra de mercadorias para revenda
  3. Armazenamento dos produtos ou mercadorias a serem vendidos
  4. Transporte e Distribuição desses bens até que cheguem ao Consumidor dentro dos prazos estabelecidos

7.6. FRAUDE

A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas.

Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações.

Ao COSIFE torna-se importante salientar que as fraudes não acontecem somente as micros, pequenas e médias empresas. As fraudes contra clientes das grandes instituições financeiras têm sido muito comuns. Pergunte a quaisquer pessoas de suas relações ou mesmo para estranhas se ela já recebeu ligações telefônicas, mensagens por e-mail ou pelo Whatsapp, em que uma voz eletrônica pergunta por alguém que você não conhece. Por que isto acontece?

Acontece porque alguns estelionatário conseguir conseguiu seu dados pessoas em abriu uma conta bancária com um nome falso.

Isto vem acontecendo principalmente desde o início da década de 1990, quando foi sancionada a Lei 8.021/1990 que passou a proibir as operações financeiras ao portador. Logo depois o artigo 19 da Lei 8.088/1990 passou a proibir a emissão de títulos ao portador.

Em razão dessas leis, muitos sonegadores de tributos passaram a abrir contas bancárias em nome de seus serviçais, tais como empregadas domésticas, colonos, outros tipos de serviçais e até em nome de aposentados. Como essa prática tornou-se corriqueira, o artigo 64 da Lei 8.383/1991 passou a criminalizar gerentes de agências bancárias e os dirigentes das instituições do sistema financeiro que permitissem a abertura de tais CONTAS FANTASMAS.

Entretanto, muitos dos AGENTES DO MERCADO, mais espertos que os estelionatários, passaram a constituir EMPRESAS FANTASMAS (empresas offshore) em Paraísos Fiscais, para que pudessem abrir no Brasil contas bancárias (chamadas de CC5) na qualidade de NÃO RESIDENTES. Essa prática era comum pelos tidos como agiotas, doleiros ou lobistas corruptores.

Veja também o texto intitulado: Operações Simuladas Usadas para Desfalque em Instituições Financeiras.

7.7. FALTA DE MONITORAMENTO

Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões - na maioria das vezes erradas - baseadas em suposições.

Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o “Google Analytics.

O sistema  Google Analytics é tido como uma solução de análise da web de cunho empresarial que fornece a visibilidade do tráfego e da eficiência do marketing do website. Segundo seus idealizadores, possui recursos avançados, flexíveis e fáceis de usar. Esses recursos técnicos permitem a análise de dados de tráfego. Ainda segundo os seus idealizadores, com o Google Analytics, o website se prepara melhor para compor anúncios mais bem segmentados, fortalecendo suas iniciativas de marketing e criando websites que geram mais rendimentos.

Porém, o fato de o COSIFE ter feito este comentário, isto não o responsabiliza por eventuais práticas fraudulentas que sejam possíveis realizar por meio de tal sistema. O mesmo tem sido advertido aos usuários o PIX instituído pelo Banco Central do Brasil.

7.8. FALHA DE ATENDIMENTO

Muito se fala em atendimento - e deveria se falar muito mais - e a sua loja pode ser virtual, mas o cliente é real e necessita de atendimento.

O cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o pedido de compra dele. O site, por sua vez, precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este credibilidade.