início > contabilidade Ano XX - 21 de abril de 2019



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ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

CONTABILIDADE SOCIAL

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS (Revisado em 27-10-2018)

  1. HIERARQUIA PROFISSIONAL NA ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS
  2. A ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS E A CONTABILIDADE DE CUSTOS

Estudo e Aplicação prática do Direito Social - Trabalhista, Previdenciário, Ambiental - Direitos Constitucionais ao trabalho e do trabalhador - Recursos Humanos -RH

Por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do COSIFE

1. HIERARQUIA PROFISSIONAL NA ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS

ORGANOGRAMA TEÓRICO DA HIERARQUIA EMPRESARIAL

As compras de matérias-primas e insumos de modo geral devem ficar a cargo da
Diretoria de Produção

No fluxograma acima é importante observar que o Departamento do Pessoal ou de Recursos Humanos está bem no centro da área operacional da empresa, porque também cabe ao administrador de recursos humanos a organização do treinamento de pessoal tanto da produção, como dos setores de administração, vendas, estocagem e distribuição.

Assim sendo, o responsável pelo departamento de recursos humanos deve ser assessorado não somente pelos departamentos jurídicos e de contabilidade, como também pelos responsáveis pelas áreas de mercadologia e de distribuição dos produtos ou mercadorias vendidas (intendência = logística).

Veja ainda as Discussões sobre a Administração de Recursos Humanos

Vejamos a seguir a importância do controle do dinheiro gasto com o treinamento do pessoal.

2. A ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS E A CONTABILIDADE DE CUSTOS

Torna-se importante destacar um fato interessante. No Curso Superior de Administração os professores não costumam chamar a atenção de seus alunos para a importância da Contabilidade, mais precisamente para a Contabilidade de Custos. Em razão desse fato, alguns textos elucidativos foram publicados neste COSIFE. Vejamos:

Considerando-se que grande parcela dos administradores de recursos humanos não estão diretamente ligados aos custos operacionais, assim como também não estão os profissionais da área de marketing, e considerando-se, ainda, que qualquer tipo de propaganda é enormemente cara, especialmente a veiculada pela televisão, é preciso grande dose de racionalidade para que sejam evitados grandes prejuízos. E os casos de campanhas publicitárias mal feitas são mais comuns do que se imagina, gerando até falências.

Assim sendo, o treinamento de pessoal torna-se um investimento intangível que deve ser contabilizado como tal. O mesmo deve acontecer com as campanhas publicitária.

Por sua vez, os executivos que têm elevadas verbas empresariais para compra de espaço nas redes de televisão são unânimes em afirmar que o grande problema brasileiro é a falta de profissionais qualificados. Numa análise feita por este COSIFE, com bse em dados disponíveis na Internet, chegou-se a conclusão de quais seriam Os Verdadeiros Culpados pela Falta de Mão de Obra Qualificada.

Como aqueles que deveriam cuidar da qualificação da mão de obra não fazem como deveriam fazer, resta ao empresariado desassistido investir em seus próprios funcionários, para que não fique amargando prejuízos com a escassez de mão de obra qualificada.

O valor investido no treinamento dos funcionários deve ser contabilizado no Ativo Intangível e será amortizado no decorrer do tempo em que tal investimento seja tido como útil. Desse modo, todo o investimento no treinamento e também na publicidade dos produtos ou serviços colocados no mercado varejista deve perfeitamente identificado para que seja contabilizado no pertinente centro de custeamento e amortizado pelo seu tempo de vida útil.

Se a reciclagem educacional e profissional de funcionários é feita a cada dois anos, a amortização será feita mensalmente em 24 meses. O mesmo raciocínio deve ser utilizado em relação aos gastos com o marketing.


(...)

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