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A CENSURA IMPOSTA PELOS JORNALEIROS

A CENSURA IMPOSTA PELOS JORNALEIROS

A CENSURA IMPOSTA PELOS DETENTORES DO PODERIO ECONÔMICO

São Paulo, 18/12/2011 (Revisado em 20/03/2012)

Referências: Os Anarquistas Mercenários da Mídia, Os Verdadeiros Jornalistas e seus Patrões (os Jornaleiros), Os Meios de Comunicação, Os Jornalões. Trabalho Voluntário, Pioneirismo do COSIFE. Manipulação da Opinião Pública - Escondendo os Fatos, Sínico Descaso ao Leitor. O Modernismo Imposto pelo Povo e pelos Pioneiros na Internet, A Privataria Tucana e a Omissão da Grande Mídia, A Impatriótica e Criminosa Privatização das Empresas Estatais. Brasil fica em 99º em ranking sobre liberdade de imprensa.

A CENSURA IMPOSTA PELOS JORNALEIROS

Por Americo G Parada Fº - Contador CRC-RJ 19750

O texto denominado A Mídia como Manipuladora da Opinião Pública, escrito em 01//10/2007, tem como subtítulo Os Empresários dos Meios de Comunicação a Serviço do Poderio Econômico Apátrida. Nele está um resumo de outros textos remetidos por amigos, obtidos na internet, em que são relatados fatos de vários autores que nos levaram a achar que os verdadeiros jornalistas têm seus textos diuturnamente censurados pelos seus próprios patrões (os Jornaleiros).

Os patrões ou empresários da imprensa foram denominados como JORNALEIROS (meros vendedores de jornais) por Mino Carta, na Revista Carta Capital. Veja no texto As Eleições, Os Jornalistas e Seus Patrões, escrito em 19/08/2004.

Por que são jornaleiros?

Porque a quase totalidade dos empresários da imprensa brasileira e dos demais meios de comunicação nunca foi jornalista e nem quer ser. Por isso, os empresários da Mídia não querem a regulamentação dessa profissão de jornalista (a atividade dos profissionais de nível superior), nem do jornalismo (a atividade dos patrões dos meios de comunicação). Assim sendo, sem a regulamentação do jornalismo, os patrões dos jornalistas são meros vendedores de jornais, portanto, são jornaleiros.

OS VERDADEIROS JORNALEIROS

Não se trata de ato depreciativo aos verdadeiros jornaleiros. Pelo contrário, os verdadeiros jornaleiros com toda a razão poderiam se sentir ofendidos se sua profissão fosse confundida com aquilo que é praticado pelos patrões da Grande Mídia. Apenas se quer mostrar de forma contundente os dissabores enfrentados pelos jornalistas e pela laboriosa classe dos jornaleiros.

Na realidade as duas mencionadas classes de trabalhadores são vítimas dos patrões da imprensa assim como também são vítimas da ditadura impingida por seus patrões os trabalhadores dos demais meios de comunicação e das demais atividades empresariais. Por isso é necessária a existência dos sindicatos e das leis trabalhistas. Esta foi a forma encontrada pelos governantes de modo geral, para proteger os Trabalhadores da sanha (Ira, fúria, rancor, ódio) de seus patrões.

Veja outras informações sobre os problemas enfrentados pelos jornaleiros no site do SINDJORSP - Sindicato dos Vendedores de Jornais e Revistas de São Paulo.

OS VERDADEIROS JORNALISTAS

Os verdadeiros jornalistas, que geralmente são apenas "freelances" (desempregados ou terceirizados), para que tenham a possibilidade de realmente expressar o que pensam e o que apuram no dia a dia foram obrigados a recorrer à INTERNET.

Veja as informações sobre os problemas enfrentados pelos jornalistas no site do SJSP - Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo.

Assim, podemos chegar à conclusão de que a culpa do grande avanço das comunicações pela Internet é dos próprios editores de jornais e principalmente dos Jornalões (segundo Hélio Fernandes, no Jornal Tribuna da Imprensa), aqui denominados como a Grande Mídia (segundo Heródoto Barbeiro da  Record News).

ESCONDENDO OS FATOS E DISTORCENDO A NOTÍCIA

Insatisfeitos com a insuficiência de notícias, censuradas pelos patrões e anunciantes dos meios de comunicação, o povo, sedento de qualidade e variedade, tem obtido a informação sonegada por intermédio de BLOGS e através das chamadas "Redes Sociais". Veja o vídeo em que Heródoto Barbeiro fala sobre esse fato no texto A Privataria Tucana e a Omissão da Grande Mídia.

MANIPULANDO A OPINIÃO PÚBLICA

As diferenças no tratamento das notícias são extremamente visíveis. Primeiro, as notícias que interessam aos detentores poderio econômico são divulgadas em letras garrafais pelos jornais, enquanto as demais que interessam ao povo ficam em cantinhos com letras minúsculas. O rádio e a televisão a serviço dos mencionados clãs endinheirados nada apresentam, nada informam.

Então, qual seria a alternativa para quem de fato quer estar bem informado?

Na internet o povo tem a oportunidade de comentar, ou discutir entre si, o que está escrito. Isto é, o leitor torna-se um ser ativo, enquanto é totalmente passivo (muitas vezes doutrinado ou ignorado) quando lê um jornal. Isto também acontece quando se escuta determinadas rádios ou quando se assiste principalmente aquela famosa e prepotente emissora de televisão. Ou seja, esses órgãos dos meios de comunicação estão cavando a sua própria cova ou praticando uma lenta e progressiva eutanásia.

SÍNICO DESCASO AO LEITOR

Se o leitor escreve para um jornal, comentando ou discordando do veiculado, simplesmente nada publicam. É publicado somente aquilo que interessa ao editor do jornal, aos demais patrões da grande mídia e aos seus respectivos anunciantes ou patrocinadores (os detentores do poderio econômico e social). Essa é a regra.

NAS ESQUINAS OS VERDADEIROS JORNALEIROS AGORA SÃO POUCOS

Agora os arcaicos Jornalões, depois de muitas cabeçadas, quase falidos, conseguiram perceber que estão perdendo terreno. Nas esquinas os verdadeiros jornaleiros estão-se tornado raros. Por isso, os Jornalões passaram a noticiar coisas que outrora eram proibidas. Afinal, para sobreviver é preciso vender jornal (são jornaleiros).

O MODERNISMO IMPOSTO PELO POVO E PELOS PIONEIROS NA INTERNET

Adaptando-se ao modernismo imposto pelos leitores e pelos verdadeiros jornalistas, através da internet, nos seus respectivos sites os Jornalões agora também apresentam espaços para comentários. Mas, na forma impressa continua o mesmo procedimento arcaico.

Acompanhando essa tendência imposta pelo povo, as emissoras de televisão também abriram espaço para o telespectador através da internet.

E quem não publicar o que o povo realmente quer saber simplesmente vai quebrar (falir), estará fechando suas portas para o consumidor.

PIONEIRISMO E TRABALHO VOLUNTÁRIO

Indiscutivelmente o site do COSIFE está entre os pioneiros que criaram essa nova forma de atender às necessidades de informação da população. Isto vem acontecendo desde o início de 1999, quando ainda não existiam os Blogs, nem as Redes Socais, nem os sites da grande maioria das empresas dos meios de comunicação.

Naquela época, as pessoas que falavam em Trabalho Voluntário, referiam-se exclusivamente à filantropia em instituições de caridade. Mas, a filantropia (amor à humanidade; humanitarismo) também pode ser exercida através da internet mediante a disseminação (espalhamento, derramamento, dispersão; difusão, propagação, vulgarização) de tecnologia, ciência, educação, cultura, pesquisa, estudo, informação, discussão, lazer e entretenimento.

A PRIVATARIA TUCANA E A OMISSÃO DA GRANDE MÍDIA

O maior e mais vexaminoso exemplo de parcialidade dos grandes empresários dos meios de comunicação escrito, falado e televisado ocorreu no lançamento do livro "A Privataria Tucana", em que o autor se manifesta sobre a impatriótica e criminosa privatização das empresas estatais brasileiras.

Como o livro incrimina a oligarquia paulista de ter doado o patrimônio nacional para si mesma, os demais participantes dessa oligarquia dos "cansados de derrotas" (movimento "cansei" patrocinado pelos clãs da sociedade civil endinheirada) em todo o território brasileiro simplesmente nada mencionaram sobre o tal lançamento. O principal acusado pelo autor do livro taxou-o de "Lixo".

Veja informações complementares no texto intitulado A Privataria Tucana e a Omissão da Grande Mídia.

EM BUSCA DA CONQUISTA DE NOVOS LEITORES

Em 17/01/2012 o site denominado "Click Carreira" publicou notícia editada por Ana Luiza Jimenez, intitulada The New York Times seleciona para estágio em mídias sociais, em que se lê:

O jornal The New York Times está recrutando universitários e recém-formados para fazer parte do time de mídias sociais. O estágio será realizado durante a primavera americana, o que corresponde ao outono no Brasil.

As tarefas dos estagiários incluem cuidar das contas do jornal no Facebook, Twitter, Tumblr, Flickr, Insgram e Google+, assim como colaborar com a criação de novos projetos de jornalismo online.

A vaga requer que o candidato seja usuário ou tenha experiência profissional anterior com mídias sociais em contextos editoriais.

Como é de costume nos Estados Unidos, o estágio não é remunerado. O local de trabalho é na sede do The New York Time, em Manhattan.

A CENSURA IMPOSTA PELOS DETENTORES DO PODERIO ECONÔMICO

A CENSURA PRATICADA NO JORNAL DA FAMÍLIA SARNEY

Agora quem reclama da censura imposta pela mídia é o sobrinho de um Jornaleiro (editor de jornal).

Veja o texto a seguir publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, que passou a publicar coisas que antes não publicava, justamente para conquistar novos leitores. Dessa forma tenta evitar uma fatídica (sinistra ou trágica) falência, que aconteceria em razão da repulsa dos leitores ao que anteriormente era publicado.

SOBRINHO QUER R$ 20 MILHÕES POR PARTE DE ILHA DOS SARNEYS

Por EDUARDO KATTAH e ROSA COSTA, estadao.com.br, publicado em 17/12/2011, com negritos e anotações em vermelho por Americo G Parada Fº - Contador CRC-RJ 19750.

Um sobrinho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiu colocar à venda, por R$ 20,2 milhões, parte da ilha de Curupu, uma paradisíaca propriedade do clã maranhense, com acesso pelos municípios de São José de Ribamar e Raposa, este a 20 quilômetros do centro de São Luís, a capital do Estado.

O radialista Gustavo da Rocha Macieira, sobrinho do casal José Sarney e Marly Macieira Sarney, quer vender 12,5% da ilha, que, segundo ele, possui um total de 16 milhões de metros quadrados.

O local é um dos símbolos do poderio econômico da família Sarney. Trata-se, na verdade, de um complexo formado por três ilhas - sendo Curupu a maior -, que abriga mansões dos filhos do presidente do Senado e conta em sua área com manguezais e até um conjunto de dunas que fariam parte dos famosos lençóis maranhenses.

'Tem gado que nunca viu gente, selvagens, criação de carneiros de raça, excelente para pesca. A praia virgem tem uma extensão de oito quilômetros. É um espetáculo', afirma o radialista, que justifica a iniciativa de venda também pelo fato de se manter distante da família.

'Eu preciso me capitalizar e não tenho nenhum vínculo lá com o Maranhão, nenhum negócio com a família. Então não tenho interesse em manter uma propriedade dessas'.

O radialista, que trabalha na Espanha e em Portugal, diz que comprou sua parte do pai, Cláudio Macieira, já falecido. A ilha pertencia ao pai de dona Marly, Carlos de Pádua Macieira e seus irmãos, todos médicos.

O casal Sarney doou 75% da propriedade aos três filhos - Roseana, Fernando e Sarney Filho. Os outros 12,5% pertencem ao espólio de Roberto de Pádua Macieira, outro irmão da dona Marly, que é a inventariante.

Independência

Macieira [sobrinho do Senador Sarney] disse que há dois meses procurou, 'por delicadeza' o tio em Brasília para informá-lo da decisão de colocar à venda parte do imóvel. 'Ele me disse que (os filhos) Roseana ou Fernando entrariam em contato comigo. Aguardei por mais de um mês, mas não tive retorno. Aí fiz a comunicação como manda a lei através do cartório, dando a preferência de compra a cada um dos herdeiros e ao espólio do Roberto, irmão do meu pai, falecido recentemente. Esperei os 30 dias como manda a lei. Eles não se manifestaram', afirmou. 'Agora eu estou livre para vender para quem eu quiser'.

Ele enxerga na atitude uma certa soberba dos políticos do Maranhão. 'Como as pessoas costumam fazer muitos pedidos a eles, acho que jogaram com a possibilidade de eu usar esse recurso. Só que eu como meu pai, sou totalmente independente. Não tenho nenhuma ligação com cargo público, nem pretendo ter, não sou empreiteiro', destacou.

Soberba = Orgulho excessivo; altivez, arrogância, presunção, sobrançaria, sobranceria, segundo o Dicionário Aurélio.

'Acredito que eles não se manifestaram, (porque) é aquela coisa: venha a nós... Acho que acharam que eu não levaria à cabo. Ou venderia por um preço que eles resolvessem impor.'

A CENSURA IMPOSTA PELOS DETENTORES DO PODERIO ECONÔMICO

Macieira [sobrinho do Senador Sarney] afirma também que está ciente de que sua iniciativa poderá gerar represálias. Ele relata que contratou um corretor em São Luís e ele teve dificuldades em anunciar no jornal O Estado do Maranhão, que pertence ao grupo de comunicação da família Sarney.

O anúncio, conforme o radialista, foi publicado, mas as imagens das casas e imóveis da ilha foram vetadas. 'Isso é censura', protestou. 'É uma forma de represália'.

Procurado, o presidente do Senado disse, por meio de sua assessoria, que não iria comentar o assunto. Sarney confirmou que Gustavo Macieira é seu sobrinho.

A CENSURA IMPOSTA PELA GUERRA E PELAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS

Por Americo G Parada Fº - Contador CRC-RJ 19750

CENSURANDO AS NOTÍCIAS SOBRE AS GUERRAS

Nos Estados Unidos, embora seja o país símbolo das liberalidades e das liberdades, quando se fala com um estadunidense sobre as guerras provocadas por seus governantes, ele responde que seu país apenas está ajudando aqueles povos que lhes pedem auxílio. Ou seja, seu país gastou, segundo cálculos dos oposicionistas, mais de US$ 3 trilhões nas guerras em que participou no continente asiático apenas para ajudar aquele infeliz e pobre povo. Esse dinheiro foi gasto no período mais recente em que o comunismo já tinha deixado de ser o grande perigo, porque a Rússia já tinha sido desmantelada e os chineses tornaram-se amigos dos neoliberais ianques.

Por que o povo norte-americano está tão mal informado?

Segundo dizem os próprios norte-americanos, como eles ganham bem (salários justos), não se interessam em estudar. Por isso pelo menos 25% da população nativa não consegue entender o que está escrito nos jornais. Na televisão só é possível ver e ouvir baboseiras, notícias que não são do interesse geral e são discutidos temas entendidos apenas por especialistas. De outro lado, dificilmente os órgãos dos meios de comunicação escrevem algo que desagrade ao governo, principalmente se o partido republicano (favorável às guerras) estiver no poder.

Como o voto não é obrigatório, a maior parte da população não se interessa pela política interna norte-americana e muito menos pelo que está realmente acontecendo pelo mundo afora. Como são a maior potência mundial, para eles, as populações dos demais países são consideradas como seres inferiores, insignificantes. Assim, são tratados os imigrantes, principalmente se forem latinos, africanos ou asiáticos, por isso só conseguem aqueles trabalhos que os nativos não querem fazer, tal como também acontece na Europa.

Os meios de comunicação daquele país símbolo do capitalismo neoliberal são os culpados dessa verdadeira censura ao conhecimento e à plena informação. Na internet, um norte-americano dificilmente se comunica com pessoas de outros países, salvo se for roqueiro ou tiver estudado inglês. Portanto, eles só se comunicam como pessoas de outros países que aceitem, como servos, a supremacia ianque e que tenham estudado em escolas de inglês, de preferência que ensinem a falar com sotaque norte-americano.

AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS CALANDO OS JORNALISTAS

No Brasil, apesar dos principais órgãos dos meios de comunicação serem elitistas de extrema-direita, não são somente os patrões dos jornalistas os censuradores do que querem escrever, principalmente quando resolvem fazer reportagens sobre as organizações criminosas. E, entre estas, não estão somente as chefiadas por narcotraficantes. Existem muitas outras, conforme tem sido noticiado.

Por isso o Brasil ficou classificado, pela organização denominada "Repórteres Sem Fronteira", como o 8º país mais perigoso para o trabalho de profissionais que se interessam pelo chamado "jornalismo investigativo".

BRASIL FICA EM 99º EM RANKING SOBRE LIBERDADE DE IMPRENSA

Pelos editores do ESTADÃO (estadao.com.br), publicado em 25/1/2012, com negritos e anotações em vermelho por Americo G Parada Fº - Contador CRC-RJ 19750.

O Brasil ficou em 99º colocado em ranking anual elaborado pela organização Repórteres Sem Fronteira. O resultado deixa o País 41 postos abaixo da classificação feita em 2010, quando o Brasil ocupava a 58º lugar. A organização afirmou que a queda brasileira foi a mais acentuada da América Latina e justificou o resultado em função da morte de três jornalistas no ano passado.

É importante salientar que os jornalistas brasileiros foram mortos por dois motivos básicos: morte durante sua atuação no acompanhamento das forças militares na pacificação de favelas tomadas por bandidos e morte por estar investigando a atuação dos narcotraficantes. Isto é, tal como os jornalistas mortos em ação nos países invadidos pelos Estados Unidos, os brasileiros foram mortos durante a invasão de favelas pelas forças militares brasileiras. A diferença básica entre a ação norte-americana e a brasileira é que os ianques atuavam em defesa de seus interesses econômicos no oriente médio, assim como aconteceu na Coreia e no Vietnã, e os militares brasileiros atuavam na guerra contra o avanço da criminalidade.

No relatório divulgado nesta quarta-feira, 25/01/2012, a organização destacou que o 'alto índice de violência' no Brasil e mencionou a presença do crime organizado e de atentados contra o meio ambiente como os principais ameaças à atividade dos profissionais da imprensa. A organização colocou o Norte e o Nordeste [brasileiro] como as regiões mais perigosas para os jornalistas. O relatório não cita os três crimes mencionados no estudo.

O ranking é elaborado há dez anos e avalia 179 países. Na versão 2011-2012, ficaram nos primeiros lugares Finlândia, Noruega e Estônia, países [socialistas com pequena população] que apareceram entre os dez primeiros em 2010. Da América Latina, o Uruguai foi o melhor colocado (32º). A Argentina ficou em 47º e Chile e Paraguai, em 80º. Depois do Brasil, aparecem Equador (104º) e Bolívia (108º). Nas últimas colocações ficaram Turcomenistão, Coreia do Norte e Eritreia [países com regimes totalitários - ditaduras].

Perigo

Na semana passada [ao dia 25/01/2012], a International News Safety Institute (Insi) colocou o Brasil como o 8º mais perigoso no mundo para o trabalho da imprensa [em razão da ação governamental contra os narcotraficantes]. A classificação considera o número de mortes de profissionais. Em 2011, cinco pessoas morreram no exercício da profissão. Nas primeiras colocações ficaram Paquistão, México e Iraque. Paquistão e Iraque em razão da guerra civil entre facções religiosas e étnicas que brigam pela emancipação regional e México em razão do narcotráfico na fronteira com os Estados Unidos, alimentado pelo altíssimo consumo dos ianques.