início > textos Ano XXI - 21 de novembro de 2019



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GUERRA NUCLEAR DO TALIBAN

“GUERRA NUCLEAR DO TALIBAN”

Segundo um professor da USP em entrevista no programa do Jô Soares, os estragos em Nova Iorque poderiam ter sido bem maiores. Disse ele que os aviões que colidiram contra WTC em sua rota passaram sobre uma enorme represa com barragem de 220m de altura, que rompida inundaria grande área e causaria muito mais estragos. Disse também que os aviões passaram ainda sobre uma central nuclear e que a queda de um dos aviões sobre ela causaria um problema muito maior do que nos dois casos citados.

Dizemos nós: talvez fosse esse o intuito do quarto avião que caiu antes de alcançar seu objetivo. O terceiro caiu no Pentágono.

Na ofensiva contra o Taliban parece que os nossos queridos irmãos do norte foram bem sucedidos. Só esperamos que não seja mais um engodo como os do Irã, Iraque e Líbia em que os supostos perdedores ou suas facções continuam governando.

Porém, parece que existe um problema maior afligindo os nossos queridos e amados protetores do norte. O problema é a antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas - CCCP. É que depois da implantação do sistema econômico monetarista ortodoxo naqueles países sob pressão americana, que obviamente subornou seus dirigentes, agora não existem recursos financeiros para o desenvolvimento e para manutenção de todo o seu poderio bélico, que sabidamente era maior do que o dos Estados Unidos.

Assim como os americanos conseguiram subornar um major dissidente para contrabandear um MIG para o Japão (que os ianques depois de prolongados estudos não souberam explicar como conseguia voar), o Taliban também pode convencer alguém a fornecer uma ou mais ogivas nucleares, das quais, algumas os russos não sabem dizer onde estão. E talvez possam comprar até um ÓVNI (quem sabe? Talvez também seja mais um dos avanços tecnológicos dos russos - o MIG contrabandeado em um minuto, saía de terra firme e alcançava 25km de altitude - o Concorde e o Tupolev supersônicos da aviação comercial necessitam de no mínimo 30 minutos para conseguir tal proeza).

Inimaginável é supor que o Brasil tem papel importante em tudo isso. Enquanto os novos russos lavam dinheiro em Chipre e os americanos no Caribe ou nas ilhas do Canal da Mancha, os Talibans estavam ou estão lavando dinheiro no Brasil, em Foz do Iguaçu (Não, nas Cataratas, mas, no “sistema financeiro não oficial”, segundo a Procuradora da República Sandra Cureau com a utilização das contas CC5).

Aliás, as contas CC5 (de “Não Residentes”) e o Mercado de Taxas Flutuantes, criado no Governo de Sarney depois que Mario Amato (presidente da FIESP) disse que se Lula fosse eleito em 1989, 800.000 empresários sairiam do Brasil, são as duas melhores formas de lavagem de dinheiro atualmente existentes no mundo. E o sistema foi de forma genial aperfeiçoado nos governos de Collor, Itamar e principalmente no de FHC.

E agora para nossa surpresa, em seu discurso na ONU e também em sua recente visita ao Equador, FHC diz que devem ser extintos os paraísos fiscais. Pergunto: Será que ele quer fazer do Brasil o único? Pelo que sabemos, o primeiro e durante muito tempo o único foi a Suíça.

Acho que a extinção deve começar em casa. Para pedir, antes precisamos dar o exemplo; ou não?