início > textos Ano XXIII - 17 de janeiro de 2022


QR - Mobile Link
EMPREENDIEMTNOS GLOBAIS BATEM RECORDE E CHEGAM A US$ 5 TRILHÕES EM 2021

EMPREENDIMENTOS GLOBAIS BATEM RECORDE E CHEGAM A US$ 5 TRILHÕES

FUSÕES E INCORPORAÇÕES - FORMAÇÃO DE CARTÉIS EM PARAÍSOS FISCAIS

São Paulo, 24/12/2021 (Revisada em 26/12/2021)

Referências: Participações Recíprocas, Cruzadas em Em Cascata. Capitalismo Sem Capital., Cartéis Detentores de Marcas e Patentes, Neocolonialismo Privado, FEUDALISMO, Canibalismo Econômico. Financeirização. Bolha Especulativa, Super-Avaliações de Empresas Intangíveis e Venda a Preço de Banana de Empresas Estatais Tangíveis.

FUSÕES E INCORPORAÇÕES - FORMAÇÃO DE CARTÉIS EM PARAÍSOS FISCAIS

FUSÕES E AQUISIÇÕES GLOBAIS BATEM RECORDE E CHEGAM A US$ 5 TRILHÕES

Os setores de tecnologia e saúde, que normalmente representam a maior parcela do mercado de M&A, ficaram na liderança novamente em 2021, em parte por conta da demanda reprimida de 2020.

Texto Original publicado por CNN-BRASIL, em 21/12/2021.; Edição do texto original para colocação de considerações, comentários, subtítulos e informações complementares por Américo G Parada Fº - Coordenador do COSIFE

1. O MERCADO INFLACIONÁRIO E A BOLHA ESPECULATIVA

Por Américo G Parada Fº - Coordenador do COSIFE

Indiscutivelmente os Profissionais do MERCADO têm os seus potenciais investidores (quem teria dinheiro para investir) como pessoas facilmente manipuláveis, na qualidade de incautos que ainda caem no Conto do Vigário sempre utilizado por Estelionatários.

Aliás, os enganados são sempre aqueles nefelibatas (que vivem no mundo da lua, vivem de ilusões) que ainda  acreditam ser possível enriquecer investindo nas Bolsas de Valores, consideradas como membros de um Cassino Global em que as APOSTAS ou BLEFES são os mais inconsequentes possíveis. Então, quando a Bolha Especulativa explode, acontece o que foi sentido em 1929 e em 2008.

Isto pode ser observado no texto a seguir, que publica propagandas enganosas (Fake News) proferidas pelos mais importantes Agentes do Mercado Financeiro e de Capitais Global, todos eles com suas empresas fantasmas (OFFSHORES) estabelecidas em Paraísos Fiscais, tal como também tem o nosso Ministro da Economia que no Governo Bolsonaro nos colocou em situação calamitosa.

E todo esse dinheiro meramente especulativo (US$ 5 trilhões em um ano), circula no SHADOW BANKING SYSTEM - Sistema Bancário Fantasma em que atuam os Bancos Offshores (na qualidade de Instituições Financeiras Não Residentes) constituídas em Paraísos Fiscais, que também atuam como não residentes no Brasil.

Mesmo sabendo de tudo isto, nossa Autoridade Monetária acredita que essas tidas como Instituições SOMBRIAS são confiáveis, assim desprezando os preceitos da ABR - Auditoria Baseada em Riscos.

Ou seja, todo o feito por contadores, auditores e peritos contábeis pode ser considerado inútil, inclusive a legislação vigente, como o SOX - Sarbanes-Oxley Act que teve como intuito o combate às fraudes contábeis, financeiras e operacionais das multinacionais (transnacionais), mediante a aplicação da chamada de GOVERNANÇA CORPORATIVA que pode ser definida como uma forma de autorregulação da administração empresarial.

2. AS ALTÍSSIMAS AVALIAÇÕES DAS INTANGÍVEIS EMPRESAS FANTASMAS

Por CNN-BRASIL

O mercado global de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) quebrou todos os recordes em 2021 e superou com folga o valor estabelecido há quase 15 anos, já que a abundância de capital e as avaliações altíssimas [IRREAIS - ESPECULATIVAS] alimentaram níveis frenéticos de negociação.

NOTA DO COSIFE: Enquanto empresas de fachada, constituídas em paraísos fiscais, têm ALTÍSSIMAS AVALIAÇÕES, embora sejam INTANGÍVEIS (não palpáveis, porque não existem de fato), as nossas verdadeiras Empresas ESTATAIS (TANGÍVEIS) são desvalorizadas por nossos governantes NEOLIBERAIS, os quais, evidentemente, não as estão vendendo para seus inimigos.

3. AS ESPECULATIVAS SUPER-AVALIAÇÕES DAS EMPRESAS FANTASMAS - HOLDING

Por CNN-BRASIL

Pela primeira vez na história, o valor global de M&A ultrapassou US$ 5 trilhões (cerca de R$ 28,7 trilhões).

[Em plena derrocada mundial, provocada pela PANDEMIA] Os volumes cresceram 63%, para US$ 5,63 trilhões (R$ 32,31 trilhões) até 16/12/2021, de acordo com dados da plataforma de finanças Dealogic, e os números superaram facilmente o marco pré-crise financeira [Crise de 2008], de US$ 4,42 trilhões (R$ 25,37 trilhões) em 2007.

4. VIVENDO DE ILUSÕES (FAKE NEWS = PROPAGANDA ENGANOSA)

Por CNN-BRASIL

"Os balanços das empresas estão incrivelmente saudáveis, com US$ 2 trilhões (R$ 11,48 trilhões) em caixa [dinheiro escritural sem lastro = dólar] apenas nos Estados Unidos, e o acesso à capital continua amplamente disponível a custos muito baixos", disse Chris Roop, codiretor de M&A do JPMorgan para a América do Norte.

NOTA DO COSIFE: Imagine a que preços chegariam [essas troca de ações para formação de cartéis] se o dólar tivesse lastro para sua emissão. Os USA / EEUU tem uma DÍVIDA EXTERNA (oriunda de constantes déficits no seu Balanço de Pagamentos) de US$ 28 TRILHÕES que jamais será pago com suas EXPORTAÇÕES sempre menores que as importações.

5. OS SETORES DO FUTURO - NO BRASIL OS PLANOS DE SAÚDE ESTÃO FALIDOS

Por CNN-BRASIL

Os setores de tecnologia e saúde, que normalmente representam a maior parcela do mercado de M&A, ficaram na liderança novamente em 2021, em parte por conta da demanda reprimida de 2020, quando o ritmo de fusões e aquisições caiu ao nível mais baixo dos três últimos anos devido à crise financeira global provocada pela pandemia de Covid-19.

6. NA FALTA DE DINHEIRO - TROCA DE AÇÕES - PARTICIPAÇÕES CRUZADAS

PorCNN-BRASIL

Empresas correram para levantar fundos com ofertas de ações e títulos, grandes corporações aproveitaram a expansão dos mercados acionários para usar suas próprias ações como moeda de aquisição, enquanto patrocinadores financeiros avançaram sobre empresas de capital aberto.

Além disso, ganhos corporativos sólidos [na realidade meramente especulativos] e uma perspectiva econômica otimista deram aos executivos a confiança para buscar acordos grandes e transformadores, apesar de possíveis ventos contrários, como pressões inflacionárias.

7. AS BOLSAS DE VALORES COMO MEMBROS DO CASSINO GLOBAL

Por CNN-BRASIL

Mercados de ações fortes são um dos principais promotores das fusões e aquisições. Quando os preços das ações estão altos, isso geralmente corresponde a uma perspectiva econômica positiva e a uma grande confiança dos CEOs", explicou Tom Miles, codiretor de M&A do Morgan Stanley para as Américas.

O volume total de negócios nos Estados Unidos quase dobrou em 2021, para US$ 2,61 trilhões (R$ 14,98 trilhões), de acordo com a Dealogic. As negociações na Europa saltaram 47%, para US$ 1,26 trilhão (R$ 7,23 trilhões), enquanto na região Ásia-Pacífico houve crescimento de 37%, para US$ 1,27 trilhão (R$ 7,28 trilhões).

8. USANDO OS DÓLARES DAS RESERVAS MONETÁRIAS ANTES QUE VIREM PÓ

Por CNN-BRASIL

"Embora a atividade internacional da China tenha sido modesta, empresas de outros países asiáticos intensificaram a compra de ativos globais. Esperamos uma continuidade dessa tendência, especialmente no caso de transações na Europa e nos Estados Unidos", afirmou Raghav Maliah, vice-presidente global do segmento de investment banking do Goldman Sachs.

9. TROCA DE AÇÕES - PARTICIPAÇÕES CRUZADAS, RECÍPROCAS E ME CASCATA

Por CNN-BRASIL

Algumas das maiores transações do ano foram anunciadas durante o primeiro semestre de 2021, como o acordo de US$ 43 bilhões (R$ 246,8 bilhões) da AT&T com a Discovery e a compra alavancada da Medline Industries por US$ 34 bilhões (R$ 195,1 bilhões). No entanto, o ritmo das negociações não mostrou sinais de desaceleração no segundo semestre.

Em 21/11/2021, a empresa de private equity KKR fez uma oferta pela maior operadora de telecomunicações da Itália, a Telecom Italia, avaliada em cerca de US$ 40 bilhões (R$ 229,6 bilhões) incluindo dívida líquida, e classificada como a maior aquisição de private equity da Europa e a segunda maior do mundo, caso se concretize.

10. TROCA DE AÇÕES - FUSÕES E INCORPORAÇÕES PARA FORMAÇÃO DE CARTÉIS

Por CNN-BRASIL

A disponibilidade de financiamento impulsionou a atividade de investidores de private equity, com volumes mais que dobrando em relação ao ano passado, para um recorde de US$ 985,2 bilhões (R$ 5,6 trilhões), de acordo com a Dealogic.

"Os investidores estão aplicando em um ritmo sem precedentes, o que significa que as avaliações de ativos atingiram níveis históricos em termos globais", disse Luigi de Vecchi, presidente do conselho de mercados de capitais do Citigroup para Europa, Oriente Médio e África.

"A pergunta é se os preços pagos agora continuarão a fazer sentido com o tempo".

Pressionados para tornar suas empresas mais verdes e sustentáveis, os executivos têm buscado alvos com as credenciais climáticas certas.

"Junto com a tecnologia e a transformação digital, a sustentabilidade veio para ficar, e é o foco principal da maioria dos conselhos", comentou de Vecchi, do Citi.

11. DIA DE PAGAMENTO (PAY - DAY)

Por CNN-BRASIL

Depois de um ano de lockdowns, os principais bancos de investimento de Wall Street pressionaram seus profissionais para encontrar mais clientes pessoalmente e assim obter mandatos mais lucrativos, para fundir empresas ou defendê-las contra ataques de investidores ativistas.

12. RELEMBRANDO AS CRISES DE 1929, DÉCADA DE 1990 E 2008

Por CNN-BRASIL

"Devemos ultrapassar os US$ 100 bilhões (R$ 574 bilhões) em taxas globais de investment banking neste ano", disse Berthold Fuerst, codiretor global de fusões e aquisições do Deutsche Bank. "Tem havido uma demanda inédita de quase todos os produtos de bancos de investimento", afirmou. Após um ano recorde, os banqueiros agora esperam uma grande rodada de pagamento de bônus no início de 2022.

O desmembramento de impérios e conglomerados corporativos também se provou um negócio lucrativo para os bancos de investimento. No segundo semestre do ano de 2021, a General Electric, a Johnson & Johnson e a Toshiba estavam entre as grandes empresas que anunciaram planos de fragmentar seus principais negócios e separar várias unidades.

13. FORMANDO UMA GRANDE BOLHA ESPECULATIVA

Por CNN-BRASIL

O fluxo de transações não mostra sinais de desaceleração, com empresas e investidores correndo para fechar acordos antes de possíveis aumentos nas taxas de juros. Espera-se que os custos de empréstimos aumentem nos próximos meses, visto que o Federal Reserve, o banco central dos EUA, tem indicado que aumentará as taxas no próximo ano para combater o aumento da inflação. Mesmo assim, os banqueiros esperam que as negociações permaneçam robustas.

"Não acho que o movimento de alta nas taxas de juros por si só será o catalisador que irá dissuadir o mercado de fusões e aquisições", disse Miles, do Morgan Stanley. Os principais consultores estão preocupados com as consequências da posição cada vez mais hostil da Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA em relação às atividades de M&A no último ano. Um exemplo das últimas negociações que a FTC está tentando bloquear é a aquisição da fabricante de chips britânica Arm pela Nvidia, por US$ 40 bilhões (R$ 229,6 bilhões).

"A FTC e o Departamento de Justiça estão demorando mais do que nunca para avaliar os acordos, então as empresas interessadas em fusões e aquisições tem de estar prontas para discutir seus negócios com os reguladores a qualquer momento", disse Krishna Veeraraghavan, sócio de M&A no escritório de advocacia Paul, Weiss, Rifkind, Wharton & Garrison LLP.

Ele acrescentou que as empresas terão de esperar mais tempo para fechar uma negociação - até um ano e meio em vez dos habituais 6-12 meses - e devem entrar em uma fusão "dispostas a processar".

14. O OTIMISMO DOS ESPECULADORES

Por CNN-BRASIL

Apesar de todos os ventos contrários, o próximo ano ainda oferece muitas oportunidades, uma vez que o mercado de empresas de aquisição de propósito específico (SPACs) foi recentemente reaberto com novas listagens na Europa, após passar por um escrutínio regulatório nos Estados Unidos.

"Com o mercado de private equity e a liquidez no mundo das SPACs, esperamos que esse ímpeto continue em 2022", comentou Philipp Beck, diretor de M&A do banco de investimentos UBS para Europa, Oriente Médio e África.