início > textos Ano XXI - 1 de junho de 2020



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A COMPETITIVIDADE ENTRE EMPRESAS NORTE-AMERICANAS

OS ESTADOS UNIDOS E A CONVERSÃO DA SUA DÍVIDA

A EXTINÇÃO DO SISTEMA MONETÁRIO INTERNACIONAL

São Paulo, 28/03/2009 (Revisado em 13-09-2018)

Referências: Contabilidade de Custos, Desperdício, Competitividade com mão de obra em regime de semiescravidão (escravo), Derrocada Financeira Norte-Americana, Crise Mundial, Estados Unidos como Emissor Mundial de Papel Moeda Sem Lastro, Contabilidade Criativa (Fraudulenta), Sonegação Fiscal, Fraudes Contábeis e Financeiras das Multinacionais, Internacionalização do Capital em Paraísos Fiscais, Conversão da Dívida, Evasão de Divisas, Estatização, Balanço de Pagamentos, Comércio Exterior - Importação e Exportação.

9. A COMPETITIVIDADE ENTRE EMPRESAS NORTE-AMERICANAS

Por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do COSIFE

- O que fizeram algumas empresas norte-americanas para concorrer com as grandiosas do seu país?

Considerando que o pagamento de altos salários implica em maior custo operacional e maior preço para o produto final, vendido ao consumidor, muitas empresas norte-americanas transferiram suas fábricas para países subdesenvolvidos. O mesmo aconteceu com as grandes empresas europeias.

Entretanto, em alguns daqueles países recebedores das grandes indústrias, como também acontece no Brasil, a legislação trabalhista e previdenciária impede a exploração de mão de obra de forma escrava ou em regime de semiescravidão.

Melhor explicando: nos países que não permitem a escravidão ou a semiescravidão existe limite de horas trabalhadas, existe salário mínimo, existem encargos trabalhistas e previdenciários, existem sindicatos de trabalhadores e existe legislação para proteção da saúde e da integridade física do trabalhador.

Foi assim que várias empresas descobriram os excessivamente populosos paraísos fiscais asiáticos. Eles têm menor tributação e ainda permitem a livre exploração do trabalho escravo (trabalho sem regulamentação trabalhista e previdenciária).

Para não serem acusadas de explorar a escravidão, muitas empresas norte-americanas terceirizaram a sua produção nos citados países. Assim, os empresários locais (terceirizados) são os únicos responsáveis pela miséria causada pela escravidão reinante, como acontece, por exemplo, em Bangladesh, “país com um dos maiores índices de pobreza na Ásia”, o qual é o principal exportador do famoso chá consumido com pompa e circunstância na Inglaterra.

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